quinta-feira, 10 de maio de 2018

Currículo: parte II - Da Vinci, o canivete suíço dos empregadores!

Leonardo Da Vinci!

Sim caro leitor, apesar das grandes habilidades até mesmo Leonar... um momento, você sabe quem foi Leonardo Da Vinci?

Não estou querendo te ofender caro leitor, mas levando em consideração o nível de ensino aqui em nosso país, seja "gratuito" ou particular, vamos a uma breve revisão das competências de Da Vinci.

Da Vinci foi (aaaaaaaaaaaaah, puxando ar, isso vai exigir muito fôlego): pintor, escultor, arquiteto, engenheiro, matemático, fisiólogo, químico, botânico, cartógrafo, geólogo, físico, mecânico, inventor, anatomista, escritor, poeta e músico... ufa... Bom, claro que com tantas habilidades fizeram de Da Vinci um ícone e criador de invenções como o paraquedas, robô (sim, acredite você ou não) e a asa delta (que podemos ver no engraçadíssimo "Hudson Hawk - O Falcão está a solta", recomendo); e obras como o Homem Vitruviano, A Útima Ceia e a Mona Lisa (só o quadro mais caro do mundo).

Desafio você a assistir e não rir!

Incrível não?

Pois é, mas o que raios um cara com o Da Vinci tem haver com CVs?

Bom, muito tempo atrás na época de Leonardo, ele decidiu oferecer seus serviços ao Duque de Milão, Ludovico Sforza. Como não havia CVs na época, Da Vinci fez o que sabia: inventou o CV.

Na chamada "Carta de Da Vinci enviada ao Duque de Milão", ele não fez como é feito hoje, nada de local de estudo, quantas línguas fala ou o numero de Whatsapp (que ele só não inventou por falta de tempo, garanto). Em sua carta Da Vinci descrevia todas as inovações e obras que poderia com seus talentos e habilidades prover ao Duque, isso fez com que ele não precisasse fazer o "exercício de visualização do empregador".

Explico. Quando você contrata ou é contratado deve haver um exercício de visualização pelo contratante. Esse exercício põe o contratante na obrigação de imaginar se você e suas habilidades casam com a tarefa que a empresa precisa que seja feita. Nada demais, porém isso faz com que o contratante fique total e completamente a mercê da própria imaginação do que raios vai fazer com você, isso mesmo fazendo uma entrevista que, apesar de poder ser mais aprofundada, ainda deixa margem a abstração.

O que Da Vinci fez foi tomar a dianteira, deixando claro o que ele podia fazer sem tirar do contratante (o Duque) a possibilidade de imaginar tudo o que ele poderia fazer além. Simples e brilhante não?

Então aqui vai a primeira dica: Faça como Da Vinci. Aprenda a "vender seu peixe" por assim dizer.

Agora eu disse primeira dica por que existe uma segunda que queria deixar aqui. Esta dica é para você, caro leitor: entenda como se INSPIRAR.

Inspirar é muito útil, na minha humilde opinião é até essencial! Mas geralmente é mal interpretado.

Explico.

As pessoas procuram, por exemplo, dançar como Michael Jackson e não tipo Michael Jackson. Qual a diferença você pergunta? Simples. Ser COMO não é novidade, é praticamente ser cover. Um amigo certa vez me disse que desenhar com os traços iguais de outro desenhista só aumenta o valor do desenhista original, já que o copiamos. Agora dançar TIPO é inspiração. Essa inspiração é quando você admira e toma algumas bases para o seu estilo próprio. Assim você pode até dançar tipo o Michael, mas definitivamente vai ser o seu esforço e o seu talento ali.

Sacou? Bom se não, não tem problema, deixe um comentário ou nos mande um e-mail e te esclarecemos melhor.

E aqui a obra
"Mona Lisa se Da Vinci fosse BR"
Certeza...

E semana que vem, postaremos um CV a la Da Vinci, não perca!

E por hoje fico por aqui, semana que vem falaremos de portfólio.

Até a próxima!

by Ferrari

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